Todos conhecemos a sensação de chegar a casa depois de um longo dia de trabalho.

Pomos a chave à porta e automaticamente ativa-se a mensagem de que é tempo de descomprimir.

E mesmo quando depois de chegar a casa se seguem uma série de rotinas familiares que também são cansativas - preparar jantar, tratar de convencer os filhos a irem para a cama, dar um jeito na casa -, a verdade é que a sensação de “estar em casa” mantém-se.

Qualquer que seja o nosso ritual, estamos no nosso ninho.

Porém, a história é bastante diferente quando a vida dá uma volta e nos vemos obrigados a ajustar essas rotinas. Tal como numa situação de pandemia.

A verdade é que, nos últimos meses, a nossa realidade mudou e muito. De um momento para o outro vemo-nos confinados a 24horas em casa.

A nossa casa já não é só o espaço onde descontraímos, onde estamos com os nossos, onde dormimos e recuperamos energia após um longo dia de trabalho.

É o espaço onde trabalhamos. Onde ajudamos os filhos com o estudo, sendo pais e professores. Onde damos mil e uma voltas para conciliar horários e partilhar secretária com o companheiro que também está em teletrabalho.

É também o espaço onde se acumulam tensões, ansiedade, preocupações sobre um futuro incerto e a frustração de estar a dar o melhor, mas esse melhor poder não ser o suficiente.

24horas em casa e tudo é vivido nela. Começamos a desejar ter um jardim (ou uma varanda, vá!) para poder descomprimir e libertar o cansaço que antigamente era mais fácil deixar à porta de casa.

São conhecidas as histórias dos divórcios que dispararam durante a pandemia que forçou uma convivência permanente.

Casos de depressão e burnout em pessoas que mantiveram as suas atividades profissionais em teletrabalho, ao mesmo tempo que cuidavam dos filhos.

Mas também existem casos de pessoas que deram por si a serem mais produtivas, mais focadas e a adaptarem-se à nova realidade com uma facilidade surpreendente.

O que distingue estas pessoas? Será que a vida de umas está mais facilitada do que a de outras?

Os nossos números acendem alguma luz neste sentido.

De acordo com a nossa numerologia pessoal, alguns de nós prosperam, regeneram e são mais produtivos dentro de casa, enquanto outros necessitam de maior contacto com o exterior para ganhar clareza e sentido de direção na sua vida.

Em contexto normal, tendemos a criar uma adaptação natural ao nosso próprio modelo de funcionamento, suprindo estas necessidades. Mas num contexto extremo, o constrangimento do isolamento pode trazer graves consequências a nível emocional, mental e físico, bem como às dinâmicas familiares.

Olhando para a tua numerologia consegues identificar facilmente o teu tipo de energia, o que é fundamental para harmonizares a vivência no teu espaço pessoal, sobretudo em tempos de pandemia.

 

Exercício:

Para achares o teu tipo de energia, soma toda a tua data de nascimento, dígito a dígito, e reduz o resultado a um dígito único. Se encontrares um 11, não reduzas e lê o resultado do tipo de energia 1.

 

Resultado:

1 – Preza a individualidade, logo, o seu espaço privado. Consegue adaptar-se a estar em casa por ser bastante resiliente, mas sofre com qualquer restrição que lhe seja imposta. Necessita de algum contacto com o exterior o que lhe devolve sensação de controlo.

2 – Aprecia momentos em casa, que podem ser longos, desde que em companhia pois tem energia de relacionamento e odeia estar sozinho.

3 – É talvez dos tipos de energia que mais sofre com estar fechado em casa, pois tem uma natureza social, criativa e comunicativa. Deve procurar formas de romper com a rotina, caso contrário, a sua mente vai dispersar-se o que pode potenciar estados de cansaço extremo.

4 – Grande apreciador de rotinas, aprecia qualquer ambiente que esteja controlado e em que possa focar-se numa tarefa de cada vez. Estar em casa é algo que aprecia, sobretudo se sentir que consegue manter os seus horários e produtividade.

5 – Um minuto em casa e já está a pensar em “desculpas” para sair. É o tipo de energia que mais aprecia o contacto com o exterior e o movimento. Criar diversidade nas tarefas diárias é imprescindível, caso contrário o seu temperamento instável poderá fazê-lo gerar conflitos desnecessários.

6 – Apreciador da casa, do lar e da harmonia. Desde que a casa esteja bem decorada, com cor, flores e elementos inspiradores, estar em casa torna-se um prazer. O desafio está em conciliar e priorizar as múltiplas tarefas de que tende a ocupar-se.

7 – Onde houver silêncio é onde esta energia prospera, pelo que estar em casa, desde que sem pressões de horários ou exigências externas, é a situação ideal. Necessita, contudo, do seu espaço bem delimitado e sem interferências.

8 – Estar muito tempo em casa pode criar frustração a este tipo de energia, sobretudo se não encontrar um veículo para dispersar energia física (que tem em demasia). Ocupar-se de objetivos e metas é fundamental para manter o foco e a produtividade.

9 – Este é o tipo de energia que agradece que exista internet e que o mundo esteja à distância de um clique. Necessita estar em contacto com o mundo que o rodeia, mas tem a capacidade de adaptar-se às circunstâncias, encontrando formas de fazer o melhor com os recursos que tem.

No próximo dia 30 de julho, pelas 21h, vais poder descobrir como harmonizares e equilibrares as relações em tua casa, numa Masterclass Online Gratuita e Inédita com a Ana Sequeira.

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Com Amor ♡,

Ana Sequeira

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