Estás num relacionamento novo.
Por muitas voltas que dês, a tua cabeça não para um segundo.
A ansiedade insiste em acelerar o teu coração de manhã à noite.
 

“Não estás a perceber, eu quero mesmo que este relacionamento dê certo. Ele é incrível, está super disponível - coisa que o ex nunca foi -, mas eu não posso deixar de pensar que não posso fazer a mesma asneira.” - dizes tu à tua amiga.
 

Eu dei tudo, esqueci-me de mim, fui a namorada exemplar e, no final, ele fartou-se e saltou fora sem me dar tempo para processar. Desta vez vai ser diferente. Eu vou ser diferente!”.

Estás decidida. Vais ser uma durona. Vais pensar mais em ti. Vais ter tempo para ti. Vais escutar a tua voz interior e fazer as coisas que ela te diz para fazer.
 

Não sabes bem o que ela te vai dizer, mas supões que deva ser algo do género:

  • “Vais ficar em casa outra vez porque ele não foi sair com os amigos? Naaa… Liga às tuas amigas e sai tu!”
  • “Ele chegou a casa e não disse que teve saudades tuas? Mostra cara feia… Ele há de perceber se conseguires manter humor de cão durante, pelo menos, 3 dias. Ele merece…”
  • “O quê??? Já lhe mandaste sms há 30 minutos e ainda não respondeu? Ocupa-te já de alguma coisa. Afinal também és uma mulher cheia de coisas para fazer.”

No meio desta conversa mental atribulada, um rasgo de luz faz-te perceber que afinal pouca coisa mudou. O teu plano de ser durona é apenas uma versão modificada do “preciso de ti, por favor dá-me atenção.”
 

E percebes, também, que nem sabes muito bem o que significa pensar em ti ou ter tempo para ti, porque a tua questão nunca foi com um velho ou novo amor, mas contigo mesma.

Tão 2 esta busca de equilíbrio na relação com o outro esquecendo a casa de partida - a relação contigo mesma.
 

O amor próprio. A paz interna. A aceitação das tuas necessidades. O seres a tua melhor amiga e o teu primeiro amor.
 

E este equilíbrio cultiva-se com a paciência da aprendizagem da vulnerabilidade, da coragem em te mostrares chorona, suscetível e sensível, tal como os teus medos - o de não ser suficiente, o de precisar de colo ou de ficar sozinha.

Se arriscares ser quem és, vais encontrar quem esteja decidido a amar-te por inteiro.

Com Amor ♡,

Ana Sequeira

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